sean penn tem um desempenho extraordinário num filme-quase-documentário, muito bem realizado.
para lá disso, há questões cruciais que a história do activismo de harvey milk 'expõe'
- até onde as minorias podem esperar ver reconhecido o seu espaço?
- de que forma, minoritários grupos de pressão conseguem atingir os seus propósitos continuadamente pela mobilização de rua?
- onde estavam, nesses anos, as mulheres lésbicas e/ou feministas?
será que aprendemos qualquer coisa com a História?
p.s. - para contextualizar, leia-se o artigo de miguel vale de almeida
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