via reuters, um artigo sobre uma proposta de investigação pertinente

[actividade cerebral ao ler e ao 'navegar']
AS MULHERES TÊM TODAS UM PONTO DO CORPO, UM RECANTO DA CIDADE, UMA HORA DO DIA, QUE SÃO NELAS COMO QUE UMA PORTA SECRETA, PELA QUAL PODEM SAIR DE SI PRÓPRIAS, DA SUA TIMIDEZ, E PENETRAR EM TODA A ESPÉCIE DE LOUCURAS, GRAVES OU VENIAIS.[Erik Orsenna]

'paris' de cédric klapish, talvez não seja um grande filme. mas tem paris e tem juliette binoche. há montes de ironia em alguns diálogos e há personagens tremendamente egoístas. é um filme com o mesmo cinismo que a vida.
"el género es una proyección de la identidad. pero lo mismo sucede si eres madre, una mujer rica o una adicta. todos nos enfrentamos a las representaciones de otra gente y lidamos con el bagage que se nos arroja. me resulta muy interessante seguir indagando en los confines de la identidad a través del intercambio de géneros"
"digo que escrevo, pinto, dirijo, faço fotos... o verbo ser utilizo-o para actor: sou actor"
há muitos anos, um 'chato' chamado roland barthes escreveu uma catrefada de livros que tive de ler. a digestão dessa 'literatura', penosa para a maior parte dos meus colegas, foi uma animada descoberta pessoal: nunca lamentei a semiótica. pelo caminho, perdi o velho exemplar dos "fragmentos de um discurso amoroso" (*) que, como outros manuais, estava sublinhado a todas as cores e anotado em todas as margens.[é preciso passar muito tempo sobre as coisas para as pormos em perspectiva. não que a perpectiva em que as pomos seja mais lúcida depois desse tempo. talvez só mais tranquila.]
"She was so down, look at her now
She's never been so high!
Everyone knows, give it some time
The clouds'll clear the sky!"

a vocação de Portugal, como país, é ser um laboratório" - antónio câmara, ceo da ydreams
e, prontoS, ela vem (en)cantar... no sudoeste, dia 9 - por sinal, o mais fraquinho de todos. 

são terrivelmente irritantes estas pessoas. carregam o karma do mundo como se fosse esse o sentido da vida que têm: perfecionistas, preocupadas e provavelmente sem amor-próprio.
rita lee jones

estas senhoras sem mesa redonda foram, para mim, o último evento do congresso feminista... e a coisa bem que podia ter acabado melhor, embora não tenha ficado até ao fim por absoluta limitação de tempo meu.
sou contra os exames. sempre fui. não me lembro de ter feito exames... ou melhor, fi-los, mas varri-os da memória. todos cheiram a bafio. tudo neles é salazarento. como se a escola fosse um permanente "zéro de conduite" ou um sermão de escolástica em abadia de monges...
não agora mas, quem sabe?!, no tempo das nossas filhas...
um dia perceberemos que 17 meses de luta valeram mais pelo simbólico da persistência do que pelo marketing de uma mudança ilusória

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1) terá a bailarina de madonna, beijada em palco, o mesmo 'final' que a britney spears?
o melhor do novo disco dos rádio macau: as músicas
levo-me no voo das minhas asas
o melhor do 'oito' dos rádio macau: as letras